Wu Ciyun sempre foi considerada uma má semente desde pequena. Durante a fuga causada pela fome, ela vendeu o próprio irmão em troca de meio pão. Quando foi serva, matou a patroa, assumiu sua identidade e entrou na cidade para estudar. Disfarçada de homem, prestou exames e conquistou fama, tornando-se alguém em quem o imperador confiava profundamente. Quando o país foi destruído e a família arruinada, não hesitou em ser a primeira a se render ao exército inimigo. Todos a xingavam de traidora completa, certa de que seria desprezada por todos mais cedo ou mais tarde. Mas Wu Ciyun não se importava. Sendo a maior antagonista de um romance sobre ascensão e reviravolta, tudo isso era só o começo. No futuro, ela tramaria contra o general para tomar o poder militar, seduziria a concubina imperial com sua beleza, manipulando as criadas do palácio para envenenar o imperador, e usaria sua astúcia para eliminar ministros leais, subindo passo a passo ao topo do poder. Justo quando ela estava cheia de ambição, ansiosa para começar, o sistema de repente ficou um pouco desanimado. Má notícia: Os grandes planos de Wu Ciyun nem começaram e a autora já abandonou a história. Boa notícia: Uma fã entusiasmada continuou a escrever a sequência. Má notícia: A sequência virou uma fanfic para todos os gostos: [A concubina imperial, linda e apaixonada, vê Wu Ciyun fria e distante como um imortal exilado. Seu desejo destrutivo aumenta e ela simplesmente a joga na cama à força...] [O príncipe frio e insensível percebe que Wu Ciyun brincou com seus sentimentos. Dominado pela raiva, a tranca no quarto...] [O gentil e erudito tutor descobre que Wu Ciyun é uma mulher disfarçada de homem. Incapaz de reprimir seus sentimentos, a chantageia para ficar com ele...] [O general arrogante e ousado escapa por pouco da armadilha de Wu Ciyun. Furioso, decide se vingar e a sequestra para sua mansão durante a noite...] Wu Ciyun: Por que você só conta metade da história? Sistema: Hehe Wu Ciyun: ...Não ousem tocar na vilã! Mais cedo ou mais tarde eu vou matar todos vocês!!! Guia de leitura: 1. Não há um período histórico específico; é totalmente fictício e uma grande mistura. Se necessário, faça uma pausa mental antes de ler (O gato é bonzinho, não é zumbi, não rouba comida, podem ler tranquilos!). 2. Todos os personagens masculinos que tiveram envolvimento íntimo com a protagonista são virgens (puros de corpo e alma do início ao fim). A protagonista não é perfeita, é uma mulher irresistível, mas não coleciona homens (atenção!), se isso te incomoda, não leia. 3. Durante a publicação, se quiser chamar a autora, é só comentar "gatinho" que ela aparece para responder. — Aqui vai uma prévia do novo projeto do gatinho: "A garota comum perde o halo de popularidade". Shi Qingyu nasceu humilde e tem aparência comum, mas graças ao seu halo de irresistível, todos a amam. Levam-na para eventos da alta sociedade, compram-lhe joias e roupas sem fim, a vigiam como predadores, furtam suas coisas para satisfazer desejos egoístas e, para conquistar sua atenção, chegam a arriscar a própria vida. Mas Shi Qingyu não gosta disso. Tudo o que ela queria era ser uma “rata” sombria, escondida em seu pequeno e escuro esconderijo. Na quinta vez que recusou as exigências do sistema, ele perdeu a paciência e retirou seu halo de popularidade. Da noite para o dia, todos que a amavam passaram a não gostar mais dela. Aqueles que antes lhe falavam gentilmente, prontos para lhe dar estrelas e luas, agora a acusam de manipular e usar de artifícios para enganar e seduzir, dizendo que ela deveria voltar para o esgoto de onde veio. Shi Qingyu: Era exatamente o que eu queria! Feliz, ela retorna ao seu esconderijo de rato, mas antes de retomar sua vida sombria, começa a receber uma enxurrada de mensagens no celular: “Querida, viu só? Eu sou quem mais te ama nesse mundo.” “Mana, agora você só tem a mim.” “Caloura, crianças más devem ser punidas pelo que fazem...” “Bebê, já estou na porta da sua casa.” Shi Qingyu: “...” Parece que as coisas não estão indo exatamente como ela pensava.
In the eighteenth year of the Yuan Cheng era, during the winter of the eleventh month, Ningzhou was shaken by thunder for three consecutive days, yet no rain or snow followed.
The townsfolk took this as an ominous sign. As night fell, they shuttered their doors and windows, refusing to step outside. Only the Prince of Pingnan’s residence remained lively with songs and dances.
Wuci Yun sat below the main seat, watching the room’s chaos with cold eyes, her expression indifferent as if observing a farce.
“Your Highness! Prince Rui has led his army southward and reached the border of Ningzhou yesterday,” an official, still composed amidst the turmoil, pushed aside his hesitant colleagues and stumbled forward to kneel, pleading earnestly, “The imperial army is still stationed in Wuzhou and may not arrive in time to assist. I implore Your Highness to prioritize the people, deploy troops to defend the city, and prevent Ningzhou from falling into ruin!”
At present, palace eunuchs controlled the court, imposing heavy taxes and harsh duties that left the people destitute. Prince Rui, commanding troops at the frontier, seized the opportunity to rebel, garnering much popular support.
To suppress the rebellion, the emperor, citing the shared heritage of the Sheng and Liang dynasties, sought military aid from neighboring Liang, requesting their forces to intervene.
Now, with Prince Rui’s army at the city gates, the Prince of Pingnan showed no concern, indulging in wine and women alongside his officials, utterly unperturbed.
“Your Highness, you